Trabalhar no grupo
O que mudará e o que não mudará para quem já trabalha numa empresa que entre no grupo, e como falar connosco se gostaria de trabalhar connosco.
Para quem já trabalha numa empresa adquirida
Quem dirige a empresa no dia a dia continua, em regra, a dirigi-la. Compramos empresas pelas pessoas que nelas trabalham, e não apesar delas.
Não muda
- O seu posto de trabalho
- O seu contrato
- Quem dirige a empresa no dia a dia
- O nome à porta
- O local onde trabalha
- A forma de trabalhar
Muda
- Quem detém o capital da empresa
- O apoio do centro em compras, sistemas e seguros
- Percursos possíveis noutras empresas do grupo, para quem os quiser
Contratos, continuidade e percursos
Numa compra como as que faremos, quem emprega continua a ser a mesma empresa. O que muda é quem detém o seu capital. Por isso os contratos de trabalho manter-se-ão exatamente como estiverem no dia do fecho, com a mesma antiguidade, a mesma categoria, a mesma retribuição e as mesmas condições, e não haverá nada de novo para assinar nem prazo nenhum a recomeçar. Isto não é uma promessa nossa que se possa desdizer mais tarde. É o que resulta da lei quando a entidade empregadora se mantém a mesma. É também, e queremos que fique dito, aquilo que queremos: uma empresa destas vale o que valem as pessoas que lá trabalham.
Ninguém sairá por causa da aquisição. Não é generosidade, é aritmética: uma empresa destas vale o que valem os seus técnicos, e os técnicos são exatamente aquilo que falta no mercado inteiro. Na prática, isto quererá dizer três coisas. Não haverá despedimentos justificados com a venda, nem no primeiro dia nem no primeiro ano. Não fecharemos instalações nem juntaremos equipas de empresas diferentes para poupar. E não traremos serviços administrativos nossos para substituir quem cá está: quando o centro passar a tratar de compras ou de seguros, será para tirar esse trabalho de cima de quem hoje o acumula com o resto, e não para lhe tirar o lugar.
À medida que houver mais do que uma empresa no grupo, abrir-se-ão caminhos que uma empresa sozinha não consegue oferecer. Quem quiser tirar uma certificação ou aprender a fazer o que ainda não faz terá quem lhe pague a formação e quem lhe dê tempo para a fazer, porque essas credenciais são parte do que a empresa é. Quem quiser mudar de região, ou de tipo de trabalho, poderá candidatar-se internamente antes de qualquer lugar ser anunciado cá fora. E quem quiser chefiar terá para onde crescer, porque um grupo precisa de encarregados, de responsáveis de obra e de diretores, e a primeira pessoa a quem havemos de perguntar será sempre alguém de dentro. Nada disto será obrigatório. Quem estiver bem onde está, fica onde está.
Candidaturas espontâneas
Se gostaria de trabalhar connosco, escreva-nos para geral@grupocerne.pt. Lemos todas as mensagens.
Neste momento não há vagas abertas. As vagas a sério publicam-se aqui depois da conclusão de uma aquisição.